Tema 4: Desenho da Avaliação Pedagógica em Elearning

 


Tema 4

Desenho da Avaliação Pedagógica em Elearning

 

Competências a desenvolver:

·       Definir o design de avaliação de um módulo de formação em contexto de Elearning.

 

Descrição da Atividade:

  •  Constituição dos grupos;
  • Identificar e apresentar um tema de interesse do grupo que possa dar lugar a um módulo de formação online;
  • No âmbito desse tema, definir o conjunto de competências/objetivos a desenvolver pelos formandos ao longo do curso;
  • Partindo do quadro teórico da nova cultura da avaliação e com base nos recursos disponibilizados, elaborar um plano de aprendizagem/avaliação para esse módulo de formação;
  • Fundamentar as opções tomadas na perspetiva da nova cultura da avaliação e analisem criticamente o vosso plano à luz das 4 dimensões do modelo PrACT;
  • Apresentar à turma;
  • Discussão das propostas no Fórum A4, tendo em vista recolher sugestões sobre o design final de avaliação do módulo;
  • Incorporação de eventuais alterações nas propostas apresentadas.

Recursos:

·  Amante, L.; Oliveira, I. (2019). Avaliação e Feedback. Desafios Atuais. e-book, MPV_Inovaç@o, Universidade Aberta: Lisboa 27 pp. ISBN 978-972-674-846-5.

·     Amante, L.; Oliveira, I.; Pereira, A. (2017) “Cultura da Avaliação e Contextos Digitais de Aprendizagem: O modelo PrACT”. In Revista Docência e Cibercultura. Vol.1, nº 1. (135-150).

·       Pereira, A., Oliveira, I, Tinoca, L., Pinto, M. C., Amante, L. (2015). Avaliação alternativa digital: conceito e caraterização. In Desafios da avaliação digital no Ensino Superior. Lisboa: Universidade Aberta (6-34).

·       Swan, K; Shen, J. & Hiltz, S. R (2006)- “Assessment and collaboration in online learning”, in Journal of Asynchronous Learning Networks Volume 10 Number 1.



O Grupo de trabalho manteve-se para produzir-nos a seguinte apresentação:


Os passos seguidos foram os seguintes:
  • identificação de um tema do interesse comum: Recursos Educacionais Abertos (REA);
  • definição de competências e objetivos a desenvolver pelos formandos ao longo do curso;
  • elaboração de um plano de aprendizagem;
  • definição da avaliação para esse módulo de formação. 
As opções tomadas, na perspetiva da nova cultura da avaliação, teriam de ser fundamentadas, sendo importante a análise crítica do plano à luz das quatro dimensões do modelo PrACT. 


Artefactos Produzidos

Apresentação


Pode ser consultada aqui no formato genially


Documento-base


aqui no formato calameo



REFLEXÃO

Este último desafio; à semelhança do anterior, exigiu alguma coordenação e articulação entre os membros do grupo, sendo que o momento do ano, dado que todos somos docentes do ensino básico e secundário, coincidiu com inúmeras tarefas profissionais: aulas de alguns anos de escolaridade, reuniões de avaliação de outros anos de escolaridade, tarefas de finalização de mais uma ano de atividades (sarau, ...), vigilância de exames, reuniões das diversas estruturas, correção de provas/exames nacionais, revisão de projeto educativo, elaboração de diversos relatórios (coordenação, DT, autovaliação, ...), finalização dos documentos de avaliação externa de outros docentes, ...

Não obstante todas estas tarefas, conseguimos delinear uma estratégia de trabalho e estabelecer as linhas mestras do curso e distribuir tarefas, através da realização de uma reunião síncrona.
Procedemos como nas tarefas anteriores, realizando o trabalho em 2 documentos partilhados: um teórico que à medida que vai sendo considerado como definitivo, se vai transpondo para o formato apresentação. O facto de todos os elementos do grupo poderem editar e trabalhar nos documentos, identificando, as novas contribuições ou sugestões de alteração, permitiu-nos acompanhar a construção e a tomada de decisão de todo o percurso.

Quanto ao curso propriamente dito, após a definição da estrutura e conteúdos dos diferentes módulos, sentimos necessidade de planear o curso de forma integral para definirmos todas as tarefas a realizar e assim conseguir delinear as respetivas formas de avaliação. 

Assim, tendo por base o modelo PrACT, delineamos tarefas diversificadas que permitissem a avaliação de diferentes competências através de diferentes formas de trabalho (fórum de discussão, comentários no VideoAnt, construção colaborativa, elaboração de infográfico, produção de uma apresentação, e e-portefólio). Para cada uma das tarefas os formandos terão oportunidade de conhecer previamente os objetivos de cada uma, respetiva avaliação e ponderação, sendo que a avaliação foi planeada de forma a que fosse conhecida e discutida pelo grupo antecipadamente. 

Perante esta conceção de avaliação, os formandos serão avaliados pelo formador, pelos pares e terão oportunidade de se autoavaliarem, sendo que a avaliação pelos pares e pelos próprios tem um peso de 20% na ponderação da avaliação dessa tarefa.

Após a partilha com os outros dois grupos e recolhendo as sugestões apresentadas, aperfeiçoámos alguns dos aspetos já trabalhados, aumentando o número de tarefas com avaliação pelos pares e criámos também um questionário de avaliação do curso, num perspetiva de avaliação 360º e pensando-o também como instrumento de melhoria para cursos futuros. Incorporámos mais informação de fundamentação do curso apresentado com base nos 4 parâmetros do PrACT e respetivos indicadores. Por fim, sistematizámos  a informação num quadro- síntese relativo à avaliação, nomeadamente com dados de todos os módulos, no que reporta às Competências e Objetivos, Atividades a realizar, Instrumentos de avaliação, Intervenientes na avaliação, Critérios de avaliação e Forma de feedback, o qual pode ser consultado aqui.  

Este último desafio implicou a constante revisão de toda a bibliografia trabalhada ao longo desta UC, pois para a estruturação de um curso e respetiva avaliação temos que ter bem presentes os pressupostos desta novo cultura de avaliação digital, sendo que não é possível diversificar a avaliação, sem diversificar as propostas de trabalho apresentadas. Uma preocupação do grupo foi pensar nas funções do formador, antes, durante e após a realização das tarefas pelos formandos, bem como estabelecer de que forma é que o feedback pode contribuir para o processo de trabalho e para a aprendizagem. 




Este e-portefólio continua para a reflexão final neste link


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